quinta-feira, 31 de março de 2011

Balcão de negócios chamado Carnaval

Depois de seis dias de festa regradas a muito samba, bebida alcólica,
liberdade, sexo, drogas e verba pública, enfim terminou a Feira Livre
de negócios e exibicionismo chamada Carnaval. Agora sim o ano começa
no Brasil. Todo ano é a mesma coisa, janeiro começa e todos ficam
anciosos para o inicio do Carnaval, alguns para usar os dias do feriado para descançar e festejar, outros para se exibir.

O carnaval chegou ao Brasil por volta do século 17, influenciado por
festas carnavalescas que ja aconteciam na Europa, em países como
França e Itália. Lá os foliões usavam fantasias e máscaras. O Rei
Momo, aquela figura com formas rechonchudas e os Pierros tambem tem
origens européias, que ao longo do tempo foram introduzidos no Carnaval
brasileiro. A partir do século 20, as marchinhas de Carnaval e blocos
carnavalescos popularizavam o Carnaval, pessoas se fantasiavam e
tambem os seus próprios veículos dando origem aos primeiros carros
alegóricos e tambem o surgimento das primeiras escolas de samba em São
Paulo e Rio de Janeiro.

Mas ao longo do tempo as coisas foram mudando e hoje o que se ve é um verdadeiro balcão de de negócio!
Antigamente os membros das escolas de samba eram formados por pessoas da comunidade, que trabalhavam arduamente no barracão das agremiações para realizar o sonho de ver a escola desfilar e ouvirem as pessoas gritarem :é campeão!!!!!!!!!!!
Hoje o que se ve é mulheres siliconadas que mal sabem sambar, desfilando nas escolas de samba como rainhas e madrinhas de bateria, sem contar que durante uma época do ano essas pessoas mal vão nas escolas de samba!!! O fato que há alguns anos desfilar em escolas de samba significa autopromoção, a mídia da uma enfase muito grande para essa festa! Durante quatro dias a televisão transmite durante horas pra todo o país os desfiles das escolas de samba e tambem no norte e nordeste a passagem de trio elétricos por avenidas.

domingo, 27 de fevereiro de 2011

O surf mundial em 2011 sem Andy Irons

Em novembro do ano passado eu estava navegando na internet num site especializado em surf, quando fui surprendido com a triste notícia da morte de Andy Irons, vítima de dengue.
Estamos em plena disputa da primeira etapa do circuito mundial, a Gold Coast, realizada na Australia. O primeiro pensamento que me vem em mente é o seguinte: e agora quem representará o Hawai no circuito mundial? Andy irons era nada mais, nada menos que tricampeão mundial de surf, o último a conseguir tal façanha pelo Havai. Juntamente com os australianos Joel Parkinson e Taj Burrow, os tres eram os únicos capaz de fazer frente ao americano Kelly Slater.

Ele foi o atleta que trouxe os últimos tres títulos para o Hawai, antes dele os compatriotas Sunny Garcia no ano de 2000 e Derek Ho em 1993 foram os vencedores. Era o único no surfista havaiano com grandes chanches de conseguir mais títulos para o Havai, os seus compatriotas não possuem o mesmo nivel de surf e competitividade, e seu irmão Bruce abandonou o circuito mundial em 2008 para virar freesurfer.

O Havai é considerado o supra sumo do surf, continuará sendo o local onde quebram as melhores ondas do mundo, todo inverno terá crownd. Pipeline, Backdoor, Rockpoint, Jaws e Waimea jamais perderão o seu brilho, mais o povo havaiano com certeza sentirá ausência e a representatividade que Andy Irons tinha no circuito.

O surf mundial ainda esta de luto neste começo da temporada de 2011 na Australia, mas Andy Irons sempre permanecerá vivo na memória de todos os amantes do surf, desde crianças até grandes surfistas. Tenho certeza que ele ja esta surfando altas ondas no céu juntamente com Mark Foo, Runny Burns, Edie Aikau entre outros.

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

A ALMA DA FOME É POLÍTICA

A fome e a exclusão, da terra, da renda, do emprego, do salário, da educação, da economia, da vida e da cidadania. Quando uma esposa chega a não ter o que comer, é porque tudo o que mais ja lhe foi negado. È uma espécie de cerceamento moderno ou de exílio. A morte em vida. E exílio da terra.
A alma da fome é política.
A história do Brasil pode ser contada da vários modos sob vários angulos, mas para a maioria ela é a história da industria da fome e da miséria. Um modo perverso de dividir omundo em dois, produzindo um gigantesco apartheid. Nesse campo, fizemos verdadeiros milagres de desnvolvimento. Um dos maiores PIB do mundo abraçado com a pobreza e a miséria mais espantosa. Aqui não houve lugar para o acaso. Tudo foi produzido como obra calculada. Fria.

O resultado está ai diante dos olhos de todos. Uam parte ostensiva, rica branca, educada, motorizada, dolorizada. Outra parte imensa na sombra, negra, analfabeta, dando duro todos os dias, comendo o pão que o diabo amassou em cruzeiros, reais. Dois mundos no mesmo país, na mesma cidade, muitos próximos pela geografia e infinitamente distantes como experiencia de humanidade.

A fome é a realidade, o efeito e o sintoma. O ponto de partida e de chegada. A síntese, a ponta do novelo a partir da qual tudo se explica e se resolve. Porque a fome não é episódica nem superficial. Revela fundo o quanto uam pessoa está sendo excluída de tudo e com frieza seu drama é ignorado pelos outros.

A realidade cotidiana de 32 milhões de pessoas vivendo na inteligencia, a população de uma Argentina. Os sem nada, os sem comida, habitantes do mundo da fartura, do terceiro exportador mundial de alimentos.
È gente que começa o dia buscando o que comer e que chega á noite sem nada. Pode se imaginar o quadro porque é o de todo dia para milhões de seres humanos:a frome de comida e de tudo. A essa altura da vida da humanidade é incrivel que isso aconteça. Como morrer de fome ao lado de 70 milhões de toneladas de grãos, de 8,5 milhões de hectares de terra, se todos esses brasileiros miseráveis ficariam saciados só com os 20% de desperdicio?

Pela fome de 32 milhões se revela a essencia humana do próprio país, aquele que é capaz de negar a condição humana de 20% de sua população. Afome é o atestado de miséria absoluta e o grito de alarme que sinaliza o desastre social de um país, que mostra a cara do Brasil.
Como a miséria é a sintese e o nó de um processo, desvendar e atacar a miséria é tambem um modo e o grito de alarme que sinaliza o desastre social de um país, que mostra a cara do Brasil.

Como a miséria é a sintese e o nó de um processo, desvendar e atacar a miséria é tambem um modo de refazer radicalmente o Brasil. È pegar o Brasil pelo um bigo. A negação radical da miséria é um postulado da mudança radical de todas as relações e processos que geram a miséria. È uma interpretação a tudo e a todos, é um passar a limpo a história, a sociedade, o Estado e a economia. È virar o Brasil pelo avesso, no concreto.

E assutador perceber com que naturalidade fomos virando um país de miseráveis, com que tranquilidade fomos produzindo milhões de indigentes. Acabar com essa naturalidade, recuperar e sentido da indignação frente a degradação humana, reabsolutizar a pessoa como centro e eixo da vida e da ação política é essencial para transformar a luta contra a fome e a miséria num imenso processo de reconstrução do Brasil e de nossa própria dignidade. Por isso acabar com a fome não é só dar comida, e acabar com miséria não é só gerar empregos, é reconstruir radicalmente toda a sociedade, começando por incorporar agora 32 milhões de seres humanos ao mapa da cidadania.

Assim como a miséria foi sendo construída com a indiferença frente á exclusão e á destruição das pessoas, a negação da miséria começa a se realizar com a prática cotiadiana, ampla e gtenerosa da solidariedade.
A frieza construiu a miséria. Construiu as cidades cheias de gente e de muros que as separam como estranhos que se ignoram e se temem. A solidariedade vai destruir as bases da existencia da miséria. È uma ponte entre as pessoas.

Por isso o gesto de solidariedade, por menor que seja, é tão importante. È um primeiro movimento no sentido oposto a tudo que se produziu até agora. Uma mudança primeiro movimento no sentido oposto a tudo que se produziu até agora. Uam mudança de paradigna, de norte, e eixo, o começo de algo totalmente diferente. Como olhar novo que questiona todas as relações, teorias, propostas, valores e práticas, restabelecendo as bases de uma reconstrução radical de toda a siciedade. Se a exclusão produziu a miséria, produzirá a cidadania pelna, geral, e irrestrita. Democrática.

A luta contra a miséria nos obriga a um confronto com a realidade naquilo que nos parece mais brutal: a pessoa desfigurada pela fome, desesperada pela comida ou por qualquer gesto de reconhecimento de sua existencia humana. Se a distancia perpetua a miséria, a solidariedade interrompe o ciclo que a produz e abre possibilidades imensas para se reconstruir a humanidade destruída em 32 milhões de pessoas e negada em outros milhões de pessoas que vivem na pobreza. Se a indiferença construiu esse apartheid monstruoso, a solidariedade vai destruir suas bases. E essa energia existe com uma força surpreendente entre nós, uma força capaz de contagiar quem menos espera e de produzir uma noca cultura, a de reencontro.

Quando o Movimento de Ação da Cidadania começou, ninguem esperava que fosse capaz de andar tão rápido, de se expandir com tanta força, e tocar tantas e tão diferentes pessoas, de encher auditórios e de se espalhar por todos os cantos do país.
Há uma tremenda força de mudança no ar, na na terra. Há um movimento poderoso, tecendo a novidade através de milhares de gestos de encontro. Há fome de humanidade entre nós, por sorte ou virtude de um povo que ainda é capaz de sentir, de mudar e de impedir que se consume o desastre, o suícidio social de um país chamado Brasil.


Escrito pelo sociólogo HERBERT DE SOUZA(Betinho), O A artigo foi publicado no jornal do Brasil, em 12 de setembro, de 1993

sábado, 23 de janeiro de 2010

Indecisão no caso Hernanes

O que aconteceu com o Dodo no passado é o que vai acabar acontecendo com o Hernanes no São Paulo. Na època o Celta de Vigo(Espanha), fez uma proposta ao S.P.F.C de 10 milhões de dólares por Dodo que estava no augi da seu futebol.
O clube recusou, pois achava que aquele valor era muito pouco. Conclusão: Dodo entrou em desgraça com a torcida e foi para o Santos F.C a troco de banana, o mesmo aconteceu com Jamelli.
O S.P.F.C pensa que vai ganhar dinheiro com seus jogadores formados em Cotia, como aconteceu com Breno. Agora se apressa em vender Hernanes por um valor abaixo do que realmente vale, com medo de ficar com quase nada, como ocorreu com Kaká.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Jiu jitsu nas olímpiadas

Nem chaves, nem estrangualmentos, a arte suave perdendo para ela mesma

Luiz Augusto

O jiu jitsu é um esporte que já tem mais de cem anos de existência. Nasceu no Japão e foi trazido para país em 1915 pelo mestre Conde Koma. Tem como princípio básico usar o mínimo de força. Seus movimentos procuram pressionar, estrangular, imobilizar, torcer as articulações, levar os adversários ao chão através de quedas evitando assim o uso de armas. Depois de ser aprimorado e difundido pela família Gracie, hoje é conhecido como ”Brasilian jiu jitsu”. Em todo esse período o esporte se desenvolveu e cresceu no mundo todo, mas não o suficiente para se tornar esporte Olímpico. Muito adeptos no Brasil, poucos praticantes em outros países, visão negativa da sociedade, diferentes critérios para troca de faixa, diversos estilos, esportes parecidos, fechamento de chaves, esses são alguns motivos que impedem o jiu jitsu de participar das olimpíadas. Segundo o COI(comitê olímpico internacional) os requesitos para um esporte se tornar olímpico é ser praticado em 75 países e 4 continentes e 40 países e 3 continentes por mulheres e ainda possuir uma entidade que regule o esporte mundialmente. Esse é justamente um dos motivos que dificulta que o jiu jitsu vá as Olimpíadas. A falta de um convenio ou intercambio entre confederações e união entre dirigentes e atletas dificultam ainda mais a situação. O Brasil possui duas confederações, a CBJJ, sediada no Rio de Janeiro e presidida por Carlos Gracie e a CBJJE com sede em São Paulo e presidida por Moises Muradi, mas só a primeira é reconhecida pelo COB. Sendo assim só atletas filiados a CBJJ teriam o direito de disputar os jogos Olímpicos. Uma situação que desagrada lutadores ligados a outra entidades. No meio dessa rivalidade os maiores prejudicados são os lutadores e o próprio esporte. Perguntado se gostaria que o jiu jitsu se tornasse esporte Olímpico e quais benefícios traria ao esporte Jessé da Silva Santos, 37,funcionário público e praticante faixa azul de jiu jitsu á oito anos disse “Se fosse para os jogos olímpicos teria mais patrocínio por parte de grandes empresas, seria mais divulgado junto aos leigos. As pessoas acham que o jiu jitsu é Vale-Tudo(mix de artes marciais) me para na rua e ficam me perguntando se eu tomo pancada, sendo que o esporte é baseado em chaves e imobilizações. A arte tem vários estilos e posições ao contrario do Judo, as entidades querem padroniza-lo, se isso acontecer ele perde a sua essência, conclui. Já Sergio Vieira,27, também comentou sobre assunto e disse “Acho que na verdade tem o lado positivo e negativo. Se o jiu jitsu entrasse para as olimpíadas, as chances de medalhas seriam muito maiores para o Brasil, mas também aumentariam a quantidades de pessoas que saíriam brigando na rua e justificando que o esporte que faz é olímpico.” O fato é que o jiu jitsu esta na briga e na fila com outros esportes mais organizados como: Futsal(futebol de Salão) Muay Thay, por exemplo. Segundo o presidente da Confederação brasileira de jiu jitsu esportivo(CBJJE) Moises Muradi, O jiu jitsu tem que ter uma normalização mundial, pois, é um esporte muito abrangente, ele tem regras próprias que outros países ainda não conhecem. Perguntado sobre o que acha do não reconhecimento da entidade da qual preside, pelo COB e o lado positivo e negativo do jiu jitsu disputar os jogos olimpicos,disse” Na verdade estamos distantes de uma realidade Olímpica da Modalidade, precisamos fazer um trabalho de base no Brasil e no mundo, é o que o estamos fazendo. Em relação a participação, acho que esporte ganha visibilidade total perante ao público, em contrapartida perde o príncipio filosófico e milenar da arte.”conclui. A realidade é que independente de qual esporte irá as olimpiadas, todos estão na torcida por medalhas.

OPINATIVO

Querer nem sempre é poder

Por Luiz Augusto

O jiu jitsu é um esporte maravilhoso. Tem uma história de vida interessantíssima, carrega consigo bons e maus profissionais como toda e qualquer área de trabalho. Já se tornou um estilo de vida para alguns, é considerado como esporte radical por outros. Nos bastidores movimenta milhões de reais e de dólares ao redor o mundo através de, grifes de kimonos, aulas particulares, academias, campeonatos e etc.
O esporte cresceu, se desenvolveu em termos técnicos, a maior prova é que mestres, professores faixa pretas da “arte suave” estão por vários países da Europa, Ásia, Oriente Médio e América Central ensinando as técnicas e ganhando uma boa remuneração. O caso de maior sucesso é o de Abu Dhabi, nos Emirados Árabes, onde o jiu-jitsu se tornou um fenômeno local. Teve o investimento de vários “petrodólares” por parte dos xeiques locais é o país onde se paga a maior premiação em dinheiro para atletas. Professores foram contratados para ensinar a “arte suave” e atualmente grande parte dos colégios aderiram a arte marcial como esporte. Mas infelizmente apesar de toda essa ascensão, esqueceram de se organizar. Hoje vemos um clamor nacional por parte dos amantes de artes marciais para que ele se torne esporte olímpico. As dificuldades que o impedem são imensas vão desde, fechamento de chaves, ausência de confederações e faixas pretas suficientes em outros países, atletas que saem da academia para irem brigar na rua, desavenças entre dirigentes de entidades entre outros.Outro problema é a concorrência de esportes um pouco mais organizados que também querem entrar para os jogos olímpicos e não conseguem. O Comite olímpico brasileiro só reconhece uma confederação brasileira, aqui no Brasil existem tem duas. A padronização de estilos do jiu jitsu divide opiniões entre os praticantes. Alguns acham que é um avanço para chegar as olimpíadas, outros dizem que o esporte vai perder a essência. Dirigentes poderiam se unir em pró de um mesmo objetivo, mas a política que também se infiltrou no esporte e parece querer estragá-lo. O que se sabe é que se o jiu jitsu ir para as olimpíadas, as chances de medalha aumentarão e se não for, continuará com fãs em todo mundo.

Beisebol atraindo novos praticantes

Por Luiz Augusto

O beisebol foi criado em 1839 e é um esporte muito popular em países como Japão, Venezuela, Coréia do Sul,Estados Unidos, México entre outros da América Central. È modalidade olímpica desde 1992, após sete participações como modalidade de demonstração em 1912, 1936, 1952, 1956, 1964, 1984 e 1988. Mas no Brasil possui poucos praticantes e é desconhecido. O esporte é forte aonde a presença da colônia japonesa é grande, casos de São Paulo e Paraná, considerados grandes potencias do beisebol no país, seguidos de Rio de Janeiro, Minas Gerais e alguns Estados do nordeste. È praticado por pessoas das classes média e alta, de todas as idades e também há campeonatos de veteranos. Não existe uma liga profissional no Brasil, mas campeonatos interestaduais onde cada Estado possui equipes internas. A partir dessa competição, os atletas são escolhidos para representar o país em panamericanos e mundias. Eles não são remunerados, mas alguns recebem ajuda de custo e bolsas de estudo em Universidades.
Para mudar esse panorama e com intenção de atrair novos praticantes, o São Paulo Gigante beisebol clube, iniciou o projeto”iniciante.” O projeto já existe a 6 meses e possui 65 participantes. È direcionado para pessoas que gostam do esporte e nunca o praticaram. Segundo o instrutor de beisebol do clube, Renato Luiz Tiba, 31, o objetivo é popularizar o esporte e disse”Muitas pessoas nos procuravam fazendo pedidos para que fizéssemos alguma coisa nesse sentido”. O local que é cedido pela Prefeitura de São Paulo, mas é administrado pelos praticantes, é cobrado uma taxa de R$ 50,00 ao mês por aluno, esse dinheiro é destinado para pagar contas de água, luz e para fazer a manutenção do clube. Possui dois campos amplos a disposição dos frequentadores. Cada praticante possui o seu material esportivo que consistem em boné,calças, camisas, luvas, taco , bolinha que custam em média de R$ 200,00 a R$ 300,00.
Perguntado sobre qual outra ação seria importante para o esporte crescer no país Tiba respondeu. “Acho que seria legal copiar uma iniciativa que já existe no Japão que é o campeonato interempresas. Uma liga independente que só participam funcionários que trabalham nessas empresas de grande porte como, Toyota, Honda,Kodak, Yamaha, Makita, Kawasaki, Nsk, Toyo, Komatsu,Sony entre outras. Os atletas trabalham meio período e depois treinam para jogar, muitos brasileiros já foram para lá para fazer parte desse acontecimento”
Clube São Paulo Gigante de beisebol
Endereço: Avenida Doutor Abraão Ribeiro,497,
Bairro Barra Funda

Crianças carentes aprendem elementos da cultura brasileira

Crianças carentes aprendem elementos da cultura brasileira

Por Luiz Augusto

Empresas de grande porte, que atuam nos mais diversos ramo de atividade , procuram se diferenciar no mercado de trabalho se responsabilizando socialmente entregando se a comunidade, procurando contribuir oferecendo espaço da empresa para que se realize atividades culturais, de lazer e educacionais. Desenvolvendo projetos sociais que ajude pessoas e comunidades em sua qualidade de vida. Em virtude da desigualdade social que atinge todo o Brasil, o Grupo Orsa por meio de sua Fundação (que leva o mesmo nome) criou um projeto dedicado a cultura brasileira. São oficinas que ensinam Capoeira, Circo, Musicalização entre outras.
A oficina que mais se destaca é a Ritmos brasileiros, existe desde 2007, localiza se na Rodovia Índio Tibiriçá, em Suzano, reúne 120 crianças de 07 a 15 anos, que depois do último ano, tem um encaminhamento direcionado a cursos profissionalizantes. O objetivo é trabalhar o resgate da cultura popular, através de música com crianças carentes. Dentro dela existe o grupo de música “Cia Batuca e”, que trabalha com os ritmos Bumba Meu Boi, Maracatu, Cacuriá, Caroço e Ciranda. O grupo já possui um repertório de músicas próprias, utilizam instrumentos como, Caixa do divino, Tambor do onça, Alfaia, Pandeirões e Agogo. As referencias musicais do grupo são Naná Vasconcelos, Tião Carvalho, Papete, Dona Teté e Antonio Nóbrega. Já se apresentaram em São Paulo, Mogi das Cruzes, Campinas e Paranapiacaba. Sempre se apresentam em festas regionais, aberturas e fechamentos de eventos musicais e sociais. Todas as demonstrações durão de 15 a 30 minutos e cada ritmo possui um figurino próprio.
As crianças vão a oficina três vezes por semana, terça, quarta e sexta. Em dois períodos, de manhã das 8h30 as 11h00 e a tarde das 14h00 as 16h30.
Todos os participantes das oficinas são crianças carentes que moram em bairros próximos da fundação.
A oficina é coordenada pelo músico e percussionista Paulo Betzler, 36, que da aulas no projeto a dois anos. Segundo ele a intenção é a elevação da auto estima das crianças. Perguntado sobre o que os pais acham do projeto, qual sua relação com os alunos, disse”.Para os pais é mais que um mero projeto. É um abrigo para os filhos, eles se alimentam, aprendem e se divertem. Quanto aos alunos muitas vezes eu deixo de ser um professor para ser um amigo. Brinco de jogar bola, converso e dou conselhos.
Frutos colhidos
Perguntado se um dia tem esperança de ver sair da oficina algum talento, o coordenador falou que, “Na verdade já tem, um educando que fazia aulas aqui durante um tempo, hoje ele da aulas dentro do projeto. A pouco tempo teve uma escola que pediu que nós ministrássemos uma oficina. Saíram daqui quatro crianças, eles foram ensinaram e depois, os alunos da escola fizeram uma apresentação. Essa é uma satisfação muito grande saber que um educando saiu da minha oficina e tem capacidade dar aulas em outro lugar”conclui.